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30 de dezembro de 2013

Crítica - Sherlock | Série

Sinopse:
Sherlock é uma série de televisão britânica baseada nos livros de Sir Arthur Conan Doyle que mostra a história do detetive Sherlock Holmes. A série foi criada por Steven Moffat e Mark Gatiss e é protagonizada por Benedict Cumberbatch como Sherlock Holmes e Martin Freeman como o Dr. John Watson.

Trailer - 1ª temporada

Trailer - 2ª temporada


Crítica (Dezembro/2013)Diferente de todas as adaptações já feitas, a série traz os contos de Sherlock Holmes para o século XXI, e sem perder sua essência, consegue traduzir como seria a vida do detetive nos dias atuais.

Já assisti as duas temporadas lançadas e os meus destaques vão para (1) a estrutura proposta pela série: São 3 episódios, de 90 minutos, por temporada. E cada episódio conta um conto diferente da obra original. (2) A linguagem da série. Pela primeira vez, o público é levado para dentro da cabeça de Sherlock, e passa a decifrar os enigmas junto com ele e não após tudo ser concluído. A edição (3) é fundamental para sustentar essa nova linguagem, pois é através dela que vemos, em cortes e letterings, o que Sherlock está deduzindo em suas observações. Além de trazer transições de cenas de deixar qualquer editor com inveja. (4) As atuações são outro destaque e ajudam muito no sucesso dessa trama. Através delas (e da direção), a série soube transitar facilmente entre o humor, o drama e o suspense - uma forma muito utilizada ultimamente, mas que caiu como uma luva na série. E por fim, (5) a fotografia da série é magnífica. Traz detalhes importantes para as cenas, sem deixar a beleza do cenário (Londres) de fora.

Ainda não li a história original para comparar, mas pelos comentários e críticas sobre a série, é notável que ela agradou a todos. Todos elogiam a adaptação, que mesmo alterando alguns fatos da história original, parece ser a mais fiél e interessante já feita até hoje. Por essas e outras: Recomendo a todos!

20 de dezembro de 2013

Crítica - Irreversível (Irréversible) | Filme

Sinopse:
Marcus (Vincent Cassel) e Alex (Monica Bellucci) é um casal bem feliz, na cama e fora dela. Mas uma noite vai mudar tudo isso. Depois de uma festa, Alex é brutalmente estuprada e espancada por um sujeito. A partir daí, Marcus e seu melhor amigo, Pierre (Albert Dupontel) - que é ex-namorado de Alex -, começarão a procurar o estuprador, para fazer justiça com as próprias mãos.

Direção de Gaspar Noe. 


Crítica (Dezembro/2013): Irreversível não é o tipo de filme para encontrar numa zapeada. Se você está vendo é porque leu algo sobre ele ou lhe foi indicado. E se você chegou até ele, não irá parar em seu último frame; você pelo menos tentará entender o porquê dele ser assim.

Pelo menos essa foi minha experiência: Ouvi falar, procurei, assisti, li muito sobre ele e agora escrevo minhas conclusões. Irreversível é um filme um tanto quanto perturbador, da montagem, passando pelo conteúdo até chegar nas atuações e takes.

Destaco (1) as diversas cenas contínuas (sem cortes), que monta espécies de mini blocos durante a narrativa; (2) a direção e edição, que traz uma linguagem "nervosa" as cenas, ligando-as através de uma câmera solta. E por último (3) a trilha e os efeitos sonoros: que seguem uma linha tão marcada, que chega a oprimir o espectador nas cenas mais tensas, chegando a ser irritante, intrigante e alucinante (realmente cansa o cérebro).

Pesquisando melhor sobre o som, descobri que: Os 30 minutos iniciais foram montados (de forma proposital, pelo diretor) em frequência baixa de 28 Hz, o que pode causar náuseas e tonturas quando expostos por um certo período de tempo, de forma constante (é mole?).

Enfim, assistir IRREVERSÍVEL é algo que realmente não tem volta; é trabalho para quem tem estômago forte, pois é polêmico (chegou a ser considerado "repulsivo e doentio", em Cannes), mas ao mesmo tempo é um filme indicado para quem curte a sétima arte, já que é no mínimo interessante e leva as pessoas a verem formas alternativas de se fazer cinema.

14 de dezembro de 2013

Crítica - Orange is the New Black | Seriado

Sinopse:
Orange Is the New Black gira em torno da história de Piper Chapman (Taylor Schilling), uma mulher que ficou noiva, mas é presa 10 anos após ter se relacionado com uma traficante, Alex Vause (Laura Prepon). Condenada a cumprir uma pena de quinze meses, Chapman troca sua vida confortável em Nova York pela penitenciária, tendo que sobreviver às dificuldades dessa nova vida.


Uma produção original da Netflix.

Crítica (Dezembro/2013): ORANGE IS THE NEW BLACK é uma série que, em meio as produções da Netflix como House of Cards (que possui um elenco de peso) e a já renomada Arrested Development, conseguiu ganhar destaque e terminar 2013 como uma das melhores produções do ano.

Com uma fórmula que mistura drama e comédia (na dose certa), a série trata de forma equilibrada os delicados assuntos que envolvem uma prisão, sem cair no estereótipo e/ou ficar tedioso.

Meu destaque da série vai para a montagem, com seus flashbacks; é algo incrível que há tempos não vejo. Eles traçam a história de algumas personagens até o momento presente, de forma tão simples e objetiva que não distrai o público da história principal, e ainda chamam a atenção toda vez que é feito, de tão perfeito.

A série chegou ao fim da 1ª temporada, após 13 episódios, e promete voltar com força total em 2014, já que está sendo indicada a diversos prêmios nesse fim de ano. Enquanto isso, recomendo a todos que assistam essa primeira temporada.

5 de dezembro de 2013

Aeromusica - The Overweight Title Fight | Comerciais

Caralho! Há tempos não via algo tão bom assim.

Para comemorar seus 20 anos, a Aeromúsica (uma das mais FODAS produtoras de áudio de BH) chamou a dupla de ouro da publicidade mineira: Filadélfia e Brókolis. Com essa trinca formada, não tinha como sair algo ruim, né? Parem de perder tempo lendo meu texto e deem o play logo.

Criação de Flávio Chubes e Dan Zecchinelli (Filadélfia), com direção de Paulo Emilio (Brókolis) e áudio da Aeromúsica (é claro!)

Parabéns Titi, parabéns André, parabéns Aeromúsica!
20 anos completados em grande estilo.

3 de dezembro de 2013

Coca-Cola Life - Ser padres | Comerciais

A Coca-Cola tem um poder incrível de trazer histórias bonitas e emocionantes em seu repertório de campanhas. A Coca-Cola Life vem com a mesma pegada e ainda se apoia no bom humor argentino em suas campanhas. A postagem de hoje é sobre SER PADRES, o novo filme da marca que traz além dessa pegada emocionante e cômica, um toque de Bee Gees em sua trilha.

Criação da Santo, com produção da Blue Productora e direção do grande Pucho.

28 de junho de 2013

Coca-Cola Life - Primer Beso | Comerciais

A Coca-Cola acaba de lançar a Coca Life, a primeira Coca-Cola naturalmente adocicada e de baixa caloria. O refrigerante é feito com Stevia, planta de origem guaraní, que é 300 vezes mais doce que o açúcar. Esse novo produto foi lançado de forma exclusiva na Argentina e traz uma campanha muito bonita, inspirada no primeiro beijo. Confiram:

Criação da agência Santo, com produção da Blue Productora.
A direção ficou por conta de Pucho Mentasti, uma das maiores referências do mundo publicitário argentino, que além de dirigir outros diversos comerciais para grandes marcas, já acumula 6 leões em seu currículo.

24 de abril de 2013

Budweiser - The Buddy Cup | Webvideos

Com criação da agência África e desenvolvimento do estúdio Bolha, a Budweiser lança o BUDDY CUP: Um copo com chip integrado ao Facebook, que adiciona novos amigos na hora do brinde. Confira abaixo um vídeo explicativo do produto, que promete integrar ainda mais os consumidores da cerveja nos próximos eventos patrocinados pela marca:

Vídeo produzido pela Fuego Digital.
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